quarta-feira, 25 de maio de 2022

ARMEM-SE!!! O exército de um país é seu povo!!!

Ilação de um imbecil, segundo Alexandre de Moraes.

A cada atentado ocorrido nos EUA, engrossa-se o discurso desarmamentista. “Armas matam” gritam os ditos “humanistas”. Não, armas não matam, pessoas matam usando-as como instrumento.

Existem inúmeros meios de se tirar a vida do próximo, até mesmo espalhando-se um vírus pelos quatros cantos do mundo, como ocorreu recentemente com a corona vírus. E agora surgi uma nova ameaça, com a “varíola do macaco”. Poderia se usar um porrete de madeira, uma faca, um veículo, veneno etc...etc...e tal.

As armas matam sim, quando por trás do seu gatilho tenha um “ser humano”, para aciona-lo de forma eficaz e objetiva.

O discurso contra as armas de fogo, não pode prevalecer, para justificar sua proibição, isto é um discurso hipócrita, cujo escopo certamente é o de extrair nossa liberdade, nos colocando reféns de bandidos e de organizações, sejam elas governamentais ou não.

Tem que ser colocado em discussão, que o exército de um país, é formado por sua população armada. Somente armados poderão defender sua família, a sua propriedade e a sua pátria. O discurso desarmamentista, não está pensando no bem estar social, mas sim, em sua futura escravidão.

Existem loucos e facínoras de todas as maneiras, porém as pessoas de bem, ainda são a maioria esmagadora. A eles cabem o dever de defender a liberdade em todos os seus aspectos, inclusive no direito de se armar. Um povo desarmado está fadado a escravidão.

O Brasil é um país de proporções territoriais continental, “rico pela própria natureza” como se canta no hino. Porém sua riqueza é cobiçada por outras nações, e isto não é balela ou teoria da conspiração.

A corrida em busca de territórios de outros países já começou, com a Rússia invadindo a Ucrânia. Agora a China ameaça fazer o mesmo com Taiwan, e de forma afrontosa se alia aos Russos para seu intento. Os EUA, outrora xerife do mundo, hoje governado por um fraco democrata, cai de joelhos, perante outras potencias.   

O Brasil, tem que se armar, para defender seu território dos olhos gananciosos dos Europeus de outros países do mundo. Existem aqueles que nos circundam, governados por socialistas medíocres, ditadores e propagadores da miséria, que conspiram constantemente contra nosso modo de vida, apoiado pelos ditos esquerdistas internos, cujos propósitos e a escravização do nosso povo, apoderando-se dos meios de produção.

A nossa classe política não é confiável, a nossa corte suprema também não, portam-se como verdadeiros traidores da Pátria, conspiram descaradamente contra o Brasil, como Estado, Território e Poder Soberano.

As nossas Forças Armadas, estão desarmadas, acovardadas, compostas por comandantes de tendencias socialistas, ficam inertes frente aos desmandos dos políticos e da própria suprema corte, contumazes em rasgar e desrespeitar nossa constituição.

Indaga-se: Querem a volta de Lulla e sua Camarilha de ladrões (conforme outrora noticiava a imprensa) no comando do nosso país??? Lembrem-se, que eles não têm compromisso com a Pátria, mas sim com uma ordem mundial que nos querem reféns e escravos servis de sua Corte global.

Lembra que Lulla juntamente com o Zé Dirceu, (2006 – por mais que digam que não ocorreu as suspeitas existem) entregou uma refinaria de mão beijada para a Bolívia, mandando a conta para os Brasileiros pagarem.  Agora conspiram contra o povo brasileiro, cortando o fornecimento de gás em 30%, somente com o propósito de afetar a nossa economia.

Lembra que a Dillma, comprou uma sucata de refinaria em Pasadena nos EUA, por um valor absurdo, mandando a conta para nós brasileiros. 

Daí em suspeitar-se, que estamos em perigo. A esquerda não tem compromisso com o Brasil, ela quer nos entregar de bandeja para os interesses internacionais, como outrora fizeram, desviando vergonhosamente recursos do BNDS para atender Republiquetas e Ditaduras Socialistas.

Bolsonaro com todos os seus defeitos, (e são muitos), com toda falta de apoio, enfrentando diuturnamente a conspiração comandada pelo inconfiável STF/TSE, caluniado pela dita “velha imprensa”, xingado e criticado constantemente pela classe artística e elite caviar, ainda é o que temos de melhor para enfrentarmos a ameaça da escravidão. O Brasil é nosso, armem-se, preparem para dias difíceis.

quarta-feira, 18 de maio de 2022

RODOVIA DA MORTE.

    De tragédias em tragédias, a concessionária que administra a 163, cuja concessão foi conseguida com as benesses da Dilma e do PT, segue incólume arrecadando cifras milionárias com seus caríssimos pedágios, sem o retorno comprometido com investimentos necessários para a melhoria do seu imenso fluxo de veículos.

    Indaga-se: Onde estão nossos Políticos??? Onde está o Ministério Público, sejam eles, Estadual ou Federal que não cobram soluções??? Calam-se de forma conveniente e cômoda, para não se estressarem???

    O símbolo da morte, está sendo plantada as margens da Rodovia 163, já apelidada de “rodovia da morte”, porém as autoridades constituídas e representativas, permanecem em silêncio. Uma vez ou outra, usam as redes sociais, para implantar um grito com fins especificamente marqueteiro. Porém na prática, somente silêncio, enquanto os usuários vão deixando seu sangue e pedações de carne espalhados pelo asfalto quente e em suas margens.

    O usuário, o consumidor, aquele que paga os extorsivos pedágios, ficam na esperança que alguém empunhe uma bandeira de luta eficaz para resolver esta situação. Um odioso descaso contra a vida humana, em prol de interesses escusos. 

    É certo, que as tragédias também acontecem por negligência dos condutores de veículos, seja ele de passeio, utilitários e de transporte pesado, necessário para o escoamento da produção agrícola do nosso imenso e rico estado.

    Existem relatos, que motoristas caminheiros, conduzem os seus veículos sob efeito de drogas, como cocaína, craque, maconha e anfetaminas. Não sei se procede esta suspeita, porém nada mais justo, que sejam todos investigados, inclusive se submetendo aos testes e exames médicos.

    É verdade que a Lei, menciona que ninguém é obrigado a produzir provas contra ele mesmo, mas, nada mais justo, que aqueles que conduzem seus veículos, transportando vidas ou colocando estas em risco, seja submetido aos testes com frequência. Talvez seria uma forma de inibir o uso de drogas na condução de veículos.

    Saindo um pouco do assunto, somente com os fins precípuo de uma singela ilação, é importante lembrar, que o discurso dos desarmamentista, invocam com frequência a vida humana, para enriquecer suas falas em prol ao desarmamento. Mas o questionamento que se faz, é se os acidentes de trânsito não tiram mais vidas do que os homicídios ou “feminicídios” por armas de fogo??? O exemplo disto, e a resposta está aí na importante rodovia 163 a “rota da morte”. Imaginem em outras rodovias espalhadas pelo vasto território brasileiro.

    Voltando para a BR 163, é importante indagar, qual a responsabilidade da Concessionária Rota Oeste, nos diversos acidentes que se sucedem por falta de duplicação da rodovia????

Última tragédia

    Tanto a União, como Estados e Municípios, tem que serem responsabilizados solidariamente pelos danos causados ao contribuinte e usuários de tais rodovias, juntamente com as Concessionárias que por eles foram concedidas. Tal responsabilidade está prevista em nossa Lei Civil.

    Dessa forma, encerro meu comentário quanto a situação da BR 163 e do grave acidente ocorrido entre os Municípios de Sorriso e Sinop, para que sirva como alerta, as autoridades constituídas, condutores e usuários. Não é à toa que a BR 163 foi apelidada como “Rodovia da Morte”. Meus pêsames aos familiares das vítimas daquele horrendo acidente.

 

 

 


segunda-feira, 11 de abril de 2022

O surgimento "da coisa", establishment, e a nova ordem mundial.

 


Estamos vivendo tempos difíceis para o mundo, com reflexões sérias em nosso país. Costumo acompanhar algumas postagens em redes sociais, e, sinceramente, algumas me enojam e me desperta a ira.

Quanto a velha imprensa, insiste em colar noticias falsas no atual presidente, vejo que sobrou para eles a abstinência dos gordos recursos públicos, destinados a propaganda oficial. A imprensa e os tradicionais órgãos de comunicação, estão em apavorados pela possibilidade de Jair Bolsonaro ser eleito por mais quatro anos. E certamente será!!!

As pesquisas eleitorais, não passa de uma jogada de marketing político, onde buscam de forma afrontosa em vender uma imagem para um determinado público, cada vez mais ligado no mundo que o cerca. É como lançar um produto antigo no mercado consumerista, com um novo rótulo e uma nova fórmula, cuja eficácia já foi comprovada ineficaz.

Se não bastasse a ingerência da velha imprensa, e dos seus antigos oráculos, cujo propósito seria de manipular a intenção e a opinião do eleitor, ainda temos o STF. Uma corte completamente carcomida por decisões ativistas, repleta de suspeição de parcialidade de venda de decisões e favorecimento das velhas raposas como Lulla da Silva. Aí está o “establishment”, e a luta pela nova ordem mundial???


Também engrossando o caldo dos ditos contras, ou da “terceira via”, vem a classe artística, completamente aloprada pela abstinência dos mesmos recursos públicos, porém desta vez, lhes destinados pela famigerada Lei Rouanet.

Todos eles, como dizia o saudoso Jânio da Silva Quadros, em seus raros momentos de lucidez, “verso e anverso da mesma moeda, farinha do mesmo saco”, do qual, tomo a liberdade de acrescentar fezes da mesma latrina.

A união de Geraldo Alkimin com o Lulla, molusco corrupto de nove dedos, foi uma confirmação do desespero de toda esta corja intitulada “progressistas”, porém comunistas em pele de cordeiro. Lulla em suas aparições nas redes sociais, quando abre a boca é para falar asneiras. Aliás, asneiras sempre foi sua marca registrada. Asneiras e corrupção!!!!

Mas a classe jornalística, artística e Ministros do STF, estão preocupados é com suas mordomias, conseguidas com os repasses milionários oriundos dos recursos provindo dos esforços do contribuinte. Todos parasitas.

Se todos estão unidos para derrubar Bolsonaro, quer dizer que existe qualidades neste Presidente, que não podemos abrir mão. Populista ou não, o povo o quer por mais quatro anos, e não se submeterá aos discursos e postagens de Jornalistas imbecis de artistas que se acham “deuses” do olimpo.

A luta será difícil, pois como já sabemos e estamos cansados de comprovar, a classe política que costumamos mandar para Brasília não é confiável. Faça uma reflexão, e tente lembrar para quem votou nas últimas eleições para Deputado Federal e Senador. Procure saber quais foram seus posicionamentos no Congresso Nacional. Se posicionaram contrário daquilo que você como eleitor esperava deles, não o reeleja. Escolha um novo candidato.

Como consta da velha frase, atribuída a Nelson Rodrigues. “que os políticos e as fraldas devem ser trocados com frequência..”. Reeleger um novo Deputado, não será garantia de um voto acertado, mas a garantia de uma nova tentativa de acerto.

Votem contra o posicionamento dito “progressista”, pois lhes querem impingir um novo modo de vida que atenta contra os bons costumes e a família tal qual conhecemos.

Eles tentarão a todo custo, subtrair o pouco de liberdade que ainda nos resta, e quando conseguir, seremos eternos escravos de uma elite improdutiva, composta por funcionários públicos, artistas, jornalistas e etc.... Eles certamente viverão na fartura enquanto o resto da população que não se enquadra naquele perfil, na fome e na miséria.

terça-feira, 8 de março de 2022

Comemore lembrando!!!

Vamos comemorar.

Já faz algum tempo, que não manifesto minhas opiniões no meu blog, como outrora o fazia costumeiramente.

Vivemos tempos difíceis, pois mau saímos de uma pandemia que nos enfiaram goela abaixo, que entramos em uma guerra, (Rússia/Ucrânia) cujo andamento poderá ser de grandes consequências para o mundo em que vivemos. Será uma terceira guerra mundial??? Será que terminará com o uso de armamento nuclear??? Será o fim da humanidade tal qual conhecemos??? Estas são indagações e questionamentos que não se calam.

Pois bem, hoje festeja-se o “Dia Internacional da Mulher”. Dia este muito explorado pela imprensa e festejado pelos diversos órgãos públicos.  Aplausos para todas as comemorações.

Aproveitando o momento, no caso específico da cidade onde resido a 38 anos, Porto dos Gaúchos-MT., um fato cometido contra uma mulher, está caindo no esquecimento das pessoas que aqui vive. Um fato covarde e monstruoso, que é preciso ser recordado neste importante dia festejado pelo mundo.

Para aqueles que já se esqueceram, ou para aqueles que ainda tem uma pequena lembrança, não custa recordar o caso de FRANCIELE, que simplesmente desapareceu, quiçá, vítima de um horrendo crime, cujo maior e provável autor, vive impunemente gozando de uma boa vida, acobertado pela impunidade.

Hoje no dia internacional da mulher, está fazendo 8 anos e dezenove dias daquele horrendo fato. Franciele grávida, simplesmente desapareceu em 18/02/2014, após ter ido se encontrar com o pai do seu feto, e maior suspeito de sua morte, José Sebastião Boldrin, vulgo, Zé Padeiro.

O esquecimento e a impunidade, sepultaram de vez aquele crime, que marcou nossa pequena Porto dos Gaúchos. Feliz dia das mulheres!!!

 

 

  

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Fim do imbróglio.

 

  Quanto ao imbróglio, surgindo com aprovação de uma Lei, cujo objetivo era alteração do nome da avenida Rio Grande do Sul, para o nome do saudoso contador e morador desta cidade, pai da Vereadora Luciana Bündchen,  gerador de uma grande polêmica dando causa a uma ampla mobilização popular, retornou a Casa com o veto do Prefeito Municipal. E com aprovação da maioria dos membros da Edilidade voltou ao anterior “status quo”, mantendo-se o nome histórico de Avenida Rio Grande do Sul.

  Houve polêmica?!! Houve ofensas?!! Sim, pois são consequências naturais do processo democrático que estamos sujeitos. Porém o interesse público, o interesse da maioria, sobrepujou ao particular.

  O autor do Projeto que após aprovado pela casa, virou Lei e sofreu o Veto do Poder Executivo, enviou áudios pelas redes sociais, acusando que o movimento foi de poucos, (um ou dois segundo ele) omitindo propositadamente que houvera uma ampla mobilização, por parte das pessoas atingidas, moradores daquela via objeto da indesejada mudança. Omitiu que o veto aconteceu devido o Prefeito atender um considerável rol de assinaturas de pessoas descontentes com a alteração do nome da Avenida.

  É importante reafirmar, que não somente foram os moradores da Avenida que se manifestaram contrário, porém uma grande parte da população portogauchense também sem posicionaram contrário aquela alteração.

  O veto foi submetido à apreciação da Edilidade, sendo que Vereadores, que antes votaram pela sua aprovação, tiveram a grandeza de rever seus posicionamentos pretéritos e se posicionarem do lado da maioria que não queriam a alteração almejada. Ou seja, votaram pela manutenção do Veto do Poder Executivo.

  O Plenário lotou de pessoas, manifestando-se contrário a alteração e favorável ao Veto do Prefeito Municipal. Exercício pleno da cidadania, então não foi somente “um ou dois”, como ventilou o Autor daquela Lei, posteriormente vetada.

  Os Vereadores que tiveram humildade e grandeza para rever seus atos, foram Eder Boldrin, Donizete e o Tampinha da São João. Votou com eles o Vereador Leandro Budke que antes já havia se posicionado contra aquela preposição.

  Quem ganhou com tudo isto?!! Quem ganhou foi o povo, e não apenas um ou dois, como a narrativa derrotada quis fazer acreditar.

  Parabéns ao Prefeito Vanderlei de Abreu, que se posicionou do lado do povo, parabéns aos Vereadores que reviram seus posicionamentos e ficaram do lado do povo. Que todo ocorrido sirva de lição e propósito para situações como esta não venham a ocorrer futuramente.

  Como dissera, o Ilustre Professor e advogado Vicente Celso Quaglia em sua conhecidíssima obra intitulada “Fundamentos da Administração Municipal” (Editora Forense), “as grandes administrações, as de prestígio duradouro, são as que obedecem a um plano e não as de fruto de improvisação.”

  A Lei e o devido processo legislativo, não deve ficar refém de reivindicações de grupelhos e do interesse pessoal. É quase frequente pelo país a fora, que os políticos não levem em conta os interesses coletivos, mas sim interesses subjetivos.

  Reafirmo, que neste caso específico houve ponderação do Prefeito Municipal e dos Vereadores que reviram seus posicionamentos, e atenderam de forma humilde o clamor do seu povo. Fica aqui o meu singelo reconhecimento pela grandeza de seus posicionamentos.

 

 

 

 

 

domingo, 3 de outubro de 2021

O imbróglio da Avenida!

 

 O Imbróglio da avenida Rio Grande do Sul, se ainda assim podemos chama-la e as repercussões nas redes sociais. Pois bem, vamos lá novamente.

 Para quem não sabe, ainda o que está acontecendo, foi a aprovação de um Projeto de Lei pela Câmara Municipal, trocando o nome de uma tradicional avenida da cidade, outrora, Rio Grande do Sul, para Edo Bündchen (se é assim que se escreve), sem ouvir as pessoas residentes no logradouro objeto daquela alteração.

 Tudo iniciou com a sutil e esperta manipulação do sistema legislativo na Câmara Municipal. Primeiro o autor do projeto o Vereador Claudiomar Brau o apresenta, no último minuto do segundo tempo, exigindo que a preposição de sua autoria seguisse para votação imediata pelo Soberano Plenário. E assim foi feito.

 Indo para votação, por ser de interesse de uma Vereadora daquela casa, filha do homenageado, Luciana Bündchen o projeto obteve uma votação expressiva, tendo somente uma abstenção e um único voto contra. O Vereador que se absteve, foi Eder Boldrin, e o que votou contra foi Leandro Budke.

 Até aí tudo bem, o jogo de interesses faz parte do processo legislativo, e a Lei aprovada seguiu para sanção do Chefe do Executivo Municipal, Prefeito Vanderlei de Abreu.

 Antes porém, alguns cidadãos, neste caso, específico, uma cidadã, tomando conhecimento da aprovação da Lei, sendo moradora do logradouro alterado, se mobilizou perante outros moradores, conseguindo um número expressivo de assinaturas em um abaixo assinado, solicitando do Alcaide que vetasse a Lei em sua integra, vez que não estavam favoráveis a mudança aprovada.

 Somente após isto, a Lei aprovada chegou ao conhecimento dos administrados, e pelo que parece, com grande repercussão negativa, sendo a maioria das manifestações contrária à sua aprovação. Bastou isto para que as redes sociais fervilhassem de comentários, a favor e contrários aquela alteração.

 Daí o surgimento do imbróglio, entre os representantes dos interesses do clã favorecido com os reles mortais sem representatividade no legislativo local.

 Membros da família homenageada, foram de forma frenética, a loucura, por saber que um número expressivo de cidadãos, haviam se manifestado contra a alteração aprovada. Teve um que comentou, que a cidadã “não gostava de sua família”, querendo ainda mais, vitimizar os seus interesses, levando a celeuma pelo lado pessoal. Não é por aí, o que se discute foi a forma utilizada para que o projeto fosse aprovado, sem a oitiva dos moradores atingidos pela mudança. (Leiam as postagens anteriores deste blogue).

 Cidadania é o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na Constituição de um país, por parte dos seus respectivos cidadãos (indivíduos que compõem determinada nação). Este em um breve resumo do que vem a ser cidadania no sentido lato da palavra.

 Existem em nosso ordenamento Jurídico cinco princípios que norteiam a Gestão Pública brasileira. Vale citá-los, para que seja de conhecimento público.  São eles: Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência.

 Para tentar explicar e concluir o raciocínio, destaquei alguns destes princípios. Vejamos então: O princípio da impessoalidade estabelece o dever de imparcialidade na defesa do interesse público, impedindo discriminações e privilégios.

 Nosso entendimento: A aprovação da Lei que alterou o nome da avenida, buscou a atender os interesses de um determinado clã, isto é indiscutível, o que tornou a preposição manchada pela parcialidade ferindo o interesse público criando discriminações e privilégios. Buscou atender, principalmente os interesses de um membro da Edilidade, em detrimento de uma maioria contrária.

 Já o princípio da publicidade, surgi do dever de divulgação oficial dos atos administrativos. Encarta-se, pois, no livre acesso dos indivíduos no exercício da sua subjetiva cidadania nas informações de seu interesse e de transparência da atuação administrativa. No caso em tela, observa que este princípio também não foi atendido, pois o autor do Projeto, como dito no início deste “post”, manipulou o sistema, com o escopo de submetê-lo a apreciação do plenário sem uma ampla divulgação.

 Portanto, houve erros, e a repercussão em tese foi negativa, envolvendo os demais pares daquela Casa de Leis, que votaram impelidos pela emoção. E quando isto acontece a razão é vilipendiada de forma significativa.

 Como é de conhecimento, foi aprovado o Projeto, e seguiu para sanção do Prefeito Municipal, que poderá veta-lo ou simplesmente promulga-lo, como é da sua competência legal. Não é de conhecimento, o que irá acontecer, qual será a postura do Alcaide.

 Os interessados na alteração perseguida, torce para que ocorra a promulgação em sua íntegra, os demais, torcem para o veto total.

 A parte atingida pela Lei, já entrou nesta luta, em uma desconfortável desvantagem, isto também é indiscutível, pois a Lei foi aprovada, e depende do Veto e da sua manutenção pela Casa. Daí para frente é um caixa de surpresa, ninguém poderá garantir que os Vereadores irão rever seus atos, atendendo os princípios antes mencionados, no caso de haver o veto.

 Agora levar a situação para o campo pessoal, demonstra claramente a intenção de vitimização daqueles que brigam, fazem muxoxos, birrinhas, e carinhas de maus, pelo exercício pleno da cidadania de outros.

 Irei finalizar o meu “post” tentando explicar de uma breve síntese, o que vem a ser política. “A palavra “política” é derivada do termo grego “politikos”, que designava os cidadãos que viviam na “polis”. “Polis”, por sua vez, era usada para se referir à cidade e também, em sentido mais abrangente, à sociedade organizada. Muito bem definido pelo filósofo e historiador positivista  Denis Fustel de Coulanges (Paris, 18 de março de 1830 — Em sua obra mais conhecida denominada “ A Cidade Antiga (La Cité Antique), publicado em 1864.

 Então onde quer que haja duas ou mais pessoas, haverá a necessidade de definir regras de convivência, limites de ação e deveres comuns. A política acontece justamente no ato de existir em conjunto.

 Se um ato administrativo, trouxe consequências indesejáveis para uma parte considerável da população, ele poderá ser revisto, depende da vontade daqueles que possui competência administrativa para tal feito, e são eles o Prefeito e os Vereadores em sua maioria.

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Os Edis e suas preposições!!!

  Nesta semana, os Vereadores de minha cidade, mergulharam em uma incômoda polêmica, onde foram envolvidos os interesses individuais “de uns” em detrimento aos interesses de uma considerável maioria aqui intitulada “de outros”. “Nós” contra “eles”, assim definido. Tudo porque, a toque de caixa, resolveram mudar o nome de um logradouro público.

  Pois bem, e eu como sempre, fui contemplado com o título de maior responsável pela celeuma, por fazer parte daqueles “outros” contrários e atingidos pela mudança aprovada pela Casa do Povo.

  Não sei onde me enquadro neste polêmico contexto de interesse egocentrista, se sou “nós” ou “eles”, vai depender do ângulo de postulação e dos interesses em jogo.

  Sei que fui contra a mudança aprovada, por me causar incômodos e aborrecimentos. Então os incomodados são “eles”, onde eu me enquadro, os favorecidos e beneficiários são “nós”. Que confusão!!! Aplica-se o velho ditame popular, “pimenta nos olhos dos outros, é refresco...” rssssss.....

  Egocentrismo é o comportamento voltado somente para si ou tudo que lhe diz respeito, ou ainda, a incapacidade de diferenciar-se dos outros. (grifei) Quando em um indivíduo em especial, usa-se o termo "egocêntrico", denotando alguém preocupado consigo mesmo e indiferente aos problemas dos “outros”, (...)”. (fonte: Wikipédia). Resumindo, conjunto de atitudes ou comportamentos indicando que um indivíduo se refere essencialmente a si mesmo. (definição psicológica).

  ÉTICA: Em resumo, é o conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade.

  Sou morador do logradouro atingido pela mudança, desde quando aqui aportei, ou seja, a 37 anos passados. Será que não tenho o direito de manifestar-me contra a mudança??? Não, você não tem o direito, afinal de contas, é a homenagem póstuma ao pai de um membro do legislativo local. Reafirmo aqui, que nada tenho contra a pessoa do homenageado, contanto que o logradouro, fosse um outro, ainda não consolidado pelo passar dos anos.

  Estão fazendo uma vitimização absurda pela celeuma, e se afastando do dever ético dos membros da Casa, cujo dever, seria o interesse do povo, e não de um número reduzido de pessoas, somente com o escopo de atender o egocentrismo de meia dúzia. Neste caso específico, de um membro daquela Casa.

  Chegaram ao absurdo de dizer que há uma disputada entre dois escritórios de contabilidade. Tenham paciência, em momento algum isto está ocorrendo, parem de se vitimizar, e fazer disto uma disputa individual, voltem-se para o interesse da maioria. Aliás, disputa profissional, se dá pela competência, e não em nome de ruas ou avenidas.

  Quero deixar claro, que minha manifestação é publica, nunca fiz nada as escondidas, fui contra, sou contra e continuarei contra a mudança objeto daquela infeliz preposição, por entender que somente trará aos atingidos incômodos e outros transtornos, principalmente o econômico. Sei que tem aqueles comodamente favoráveis, é um direito de cada um pensar como lhe aprouver.

  É sabedor, que o Vereador é inviolável pelas suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato, infelizmente mesmo que isto desagrade e fira os interesses de outrem, ou do povo de um modo geral.

  Como também é de conhecimento, que certas atitudes e preposições, mesmo que ocorra pelo ato e posicionamento do Edil acobertado pela sua inviolabilidade, pode ser incompatível com o decorro parlamentar, ainda mais, quando entendido como abuso de suas prerrogativas.

  Um Vereador, quando empunha uma bandeira de interesse pessoal, deixa de lá tudo aquilo que jurou respeitar, concernente ao interesse primordial do povo que o elegeu. Principalmente sendo antiético, comportamento este contumaz nos dias atuais.

  É louvável que ele, o Vereador, empunhe uma bandeira que acredita ser de interesse de uma considerável maioria. Mas quando esta bandeira é de seu interesse pessoal, passa a ser puro egocentrismo e antiético.

  A preposição votada e aprovada pela Casa, para eu, em minha insignificância posição de eleitor no exercício de uma pretensa cidadania, não passou de uma massagem de ego de um dos membros daquela Edilidade. E quando este membro sai a luta para manter a aprovação integral daquela preposição, passou a ser visto como “massageamento” individual, ou auto “massageamento”. Comportamento este incompatível, com aquele que os eleitores esperam daqueles que receberam o seu voto.

  Fica aqui meu solitário protesto, fica aqui minha repulsa!!!  Como também fica aqui, meu apoio e admiração, aquele Vereador, que ousou a enfrentar aquela incomoda situação, se colocando contra a preposição. Para você fica aqui registrado meu solitário porém publico aplauso.