terça-feira, 24 de setembro de 2019
PENSO, LOGO EXISTO - DESCARTES. (Contos, causos, opiniões e outras bobagens.): Hipocrisia ambientalista.
PENSO, LOGO EXISTO - DESCARTES. (Contos, causos, opiniões e outras bobagens.): Hipocrisia ambientalista.: O mundo grita em prol do clima, onde ativistas ambientalistas se reúnem na ONU, preocupados com o aquecimento global, florestas, e outras ...
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
Hipocrisia ambientalista.
O
mundo grita em prol do clima, onde ativistas ambientalistas se reúnem na ONU,
preocupados com o aquecimento global, florestas, e outras bandeiras mais. Tem
até uma garota sueca, que foi de veleiro, para não utilizar aviões, que segundo
ativistas, lança muito CO² no meio ambiente.
Acho
importante discutirem soluções para um mundo melhor, desde que, afastem as
hipocrisias de ativistas ricos, de iguais governos, que propõem que outros
cuidem de suas florestas, enquanto eles, preocupem-se com o desenvolvimento e a
estabilidade econômica do seu país.
No
Brasil, o ativismo político esquerdista, se mistura ao ativismo ambientalista e
outros seguimentos, com o propósito de conspirar contra os interesses da nação.
Juntam-se
todos, gays, lésbicas, feministas, ambientalistas e etc..., em prol de
bandeiras internacionais, iniciam um desserviço ao país, defendendo ideias, que
aparentemente são ingênuas, mas com o escopo de conduzir a nação a um império
socialista.
No
que concerne ao ambientalismo, não se vislumbra a curto prazo, uma proposta
para reflorestamento de margens dos rios e córregos, pelo menos aqui no Brasil,
onde estes locais, principalmente nos centros urbanos, quase sempre são tomados
por favelas.
A
exemplo dos morros cariocas, no passado eram tomadas pela exuberante floresta
conhecida como “Mata Atlântica”, e hoje, graças as invasões e a tolerância das
autoridades governamentais, são imensas e deterioradas favelas.
Na
Serra do Mar, entre a cidade de São Paulo e baixada santista e adjacências,
algo equivalente vem acontecendo gradativamente, e certamente a Mata Atlântica,
será tomada por barracos e inúmeros problemas sociais.
O
problema ambiental brasileiro, vem sendo erroneamente atribuído aos
proprietários e produtores rurais, porém basta olhar os centros urbanos, que se
identifica com mais serenidade, o desastre ambiental vem de lá se despontando.
É fácil cobrar providencias de outrem, enquanto o seu quintal está fétido,
tomado pelo lixo e esgoto a céu aberto.
Protejam
os mananciais, protejam as matas ciliares, começa daí um propósito menos
hipócritas do que temos visto e assistido pelos diversos meios de comunicação
em massa.
De
nada adiantará, reunir-se na ONU, e dizer-se preocupado com o destino do
planeta, se o exemplo não vier de sua casa.
terça-feira, 27 de agosto de 2019
A Amazônia e o interesse internacional.
Os governos socialistas de outrora, comandado pelo PSDB e posteriormente pelo PT, sempre alimentaram a esperança dos Europeus na Internacionalização de parte do nosso território. Tudo isto regado pelos milhões de dólares, que certamente serviriam para alimentar a corrupção.
Em minha opinião, a imprensa local, e alguns idiotas
esquerdistas, cuja “intelectualidade”, fora forjada no ensino ativista das
escolas e universidades públicas, que tenham propagado esta absurda intenção,
deveriam ser acusados de traição.
Está na hora, do país investir em suas forças armadas, para
uma possível defesa de nosso território e da nossa soberania.
Este discurso de internacionalização, somente servirá para
acelerar ainda mais processo de devastação das nossas Florestas, uma vez que
diante desta possibilidade, haverá uma corrida pela posse da terra, e isto
acarretará em mais desmatamentos.
Bolsonaro, não deve ser culpado pelo fogo, que ocorre em
certas regiões do país, principalmente onde estão localizados os grandes
centros urbanos. Se há queimadas, deve haver investigação sérias de sua origem,
e não sair por aí acusando deliberadamente o governo e o agronegócio como
costumeiramente vem sendo feito.
O País não deve permitir que nosso território, seja ameaçado
por forças estrangeiras, como a França, que pretende liderar uma possível internacionalização
do nosso solo. Não seremos colônias dos Europeus.
Tem que haver um basta, inclusive nesta imprensa leviana, que
está causando um verdadeiro e enorme prejuízo em nossa economia. Empresas que
patrocinam redes de televisão, jornais e etc..., deveriam retirar de forma drástica
seus anúncios, forçando que estas, mudem a esta forma perniciosa de se fazer
jornalismo.
quinta-feira, 11 de julho de 2019
latinhas como migalhas.
Já havia algum tempo, que
não escrevia minhas crônicas, porém, algo me chamou a atenção, e a única forma
de trazer o problema a discussão pública é escrevendo e publicando como de
costume.
Achei interessante, o
programa desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo da
nossa urbe, intitulada como “Amigos do Arinos”. É louvável que os agentes
públicos e a classe política local, demonstrem preocupação com o nosso Rio
Arinos, desenvolvendo programas que visem sua preservação.
O trabalho desenvolvido
pelo poder público e voluntários, objetivando o recolhimento de lixos deixados
nas margens e até mesmo atirados no leito do rio, bem como o combate a pesca
predatória, merecem respeito da população.
Como sugestão, deveriam
incluir neste programa, o combate ao apossamento e edificações desenfreadas de
ranchos ou casas de pesca em suas margens e ilhas, que vem destruindo a
vegetação ciliar. Muitos dos lixos atirados no Arinos, podem ter sua origem
nestes locais. Como me dissera um conhecido meu, que ele seria um autêntico
amigo do Rio, pois não joga lixo em seu leito, e nem praticava pesca
predatória.
Toda vez, que me dirijo a
minha Fazenda, localizada na estrada da balsa, lembro da conhecidíssima fábula,
“João e Maria”. Para quem não se lembra, é aquela que dois irmãos, João e
Maria, marcavam o caminho na floresta, com migalhas de pão, com o intuito de achar
o caminho de volta.
Na estrada da balsa, os
pescadores estão marcando o caminho, com latas vazias de cerveja, evidentemente
com o objetivo de encontrarem o caminho de volta e prosseguirem com seus atos
imundos de espalhar o lixo por onde passam. Quando posso, no trecho em que
trafego, eu e meus netinhos recolhemos as latinhas tirando-as e destinando-as
para reciclagem. Porém chegando o final se semana ou feriados, elas
insistentemente retornam.
Para agravar ainda mais a
situação, na localidade do treze, entrada da estrada da balsa, estão
desenvolvendo um lixão a céu aberto, poluindo e depredando o meio ambiente,
situação está que deveria ser investigado pela municipalidade, a fim de
descobrir o responsável por tamanha imundice.
Fica aqui o meu veemente
repúdio a aqueles que insistem em poluir, não somente o nosso majestoso Rio
Arinos, mas outros locais de igual importância a preservação ambiental.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
De novo?!!!
A
notícia da possibilidade da extinção da Comarca de Porto dos Gaúchos, apesar de
ser uma especulação antiga, contribui ainda mais como um entrave ao
desenvolvimento sócio econômico do município. Por mais que os políticos e a
classe empresarial, não acreditem nesta possibilidade, será uma grande derrota
para o município.
Porto
dos Gaúchos enfrenta uma histórica crise em seu desenvolvimento, sempre atribuída
a uma possível postura intransigente, egocêntrica e arrogante dos antigos
colonizadores, (Isto sempre foi ventilado) até a especulação doentia dos
imóveis urbanos e adjacentes dos dias atuais, que somente colaboram para uma
visão retrógrada dos seus proprietários.
Infelizmente,
o povo portogauchense, em sua maioria dependem dos investimentos privados para
a geração de empregos e isto não tem acontecido na escala esperada pelo
crescimento do agronegócio.
Ao
contrário do que aconteceu em outros municípios, Porto dos Gaúchos, ainda sofre
com históricas cicatrizes. Sofre com o possível descaso político local, quando ignoram
empresários, que passam em nosso portão rumo a progressiva urbe Juarense. Não
tem como negar, estamos há muito patinando na rampa lamacenta do sonhado
desenvolvimento. Somos como um veículo sem tração “nas quatro”, que ao acelerar,
com a intenção de vencer os obstáculos da lama, ao invés de ir para frente
retorna alguns metros para trás.
De
uns dias para cá, alguns empresários locais se lançaram em edificar e reformar
os prédios antigos do centro, estes merecem respeito e admiração, porém mesmo
assim, alguns relutam e preferem manter seus imóveis em ruínas, sem nenhuma
engenharia ou arquitetura de melhoramento, enfeando nossa cidade. Até os
prédios públicos, estão em ruínas, a exemplo disto, a escola estadual.
Somente
com a intenção de lembrar das promessas de campanha do atual gestor, este dizia
que iria fazer um novo prédio da Prefeitura, logo esta promessa caiu em
esquecimento, como é do costume eleitoreiro. Não quero que pense que a minha
crítica é depreciativa, estou assustado como todo cidadão portogauchense.
Hoje
quando passo próximo ao Paço municipal em minhas caminhadas semanais, enxergo
um amontado de sucatas espalhadas pelo seu pátio, espelhando o nosso futuro e o
descaso administrativo que vem ao longo dos tempos se perdurando. Uma cena
apocalíptica futurista digna de uma película “hollywoodiana”
O
que ainda é mais desanimador, é a notícia veiculada da extinção da Comarca,
mesmo diante da edificação do prédio do Fórum novinho em folha, que de uma
certa forma embelezou nossa sofrida urbe. O receio é que simplesmente fique em
desuso se a indesejada extinção vier acontecer.
Sugiro,
que o Poder Executivo e Legislativo local, convoque uma urgente reunião pública
para debater o problema, procurando encontrar meios para que, possamos caminhar
de forma segura rumo ao futuro, atraindo investimentos privados, e meios de
combater a especulação imobiliária, doa a quem doer.
Todos
terão que fazer sacrifícios, ou amargaremos mais esta derrota, que certamente
contribuirá em muito para o desânimo dos investidores locais e de outros que
porventura intencionam em aqui se estabelecer. A iniciativa do investidor não deve
ficar truncada por uma notícia desta, pois pode criar incertezas e insegurança
jurídica.
Quero
deixar claro que o meu “post”, não é somente crítico, buscando afetar um ou
outro político ou empresário. Quero que aceitem como um alerta, e seja urgentemente buscado
soluções administrativas conjuntas para tal situação.
Clamo
também a atenção do setor privado, para que não desistam dos investimentos,
frente a tão nociva notícia. Nesses momentos difíceis, que temos que caminhar
firmes e unidos.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
O sonho do indiozinho Kuimba'e Karape - 2ª e última parte.
Kuimba’e Karape, tornando-se cacique daquela pequena
tribo, novamente buscou em Tupã, apoio
para prorrogar por mais uma vez seu cacicado, mesmo sabendo que o entristecera com promessas não cumpridas.
Adentrou na grande mata,
e clamou por Tupã, mais este não lhe respondeu. Por várias ocasiões Kuimba’e
dirigia-se floresta adentro gritando por Tupã, até que uma noite, ouviu-se o
rimbombar de um trovão, cujo estrondo ecoou pela mata. Era Tupã, que incomodado
pelos clamores de Kuimba’e Karape, dava ar de sua ira.
Com a voz de muitas
águas, Tupã indagou a Kuimba’e Karape, o que ele pretendia agora?!! Kuimba’e
Karape, dissera então: - Tupã, pai das matas, e das Tribos que vive nela, ajude
Kuimba’Karape, a ser novamente cacique. Kuimba’Karape, promete não mais decepcionar
Tupã. E novamente Tupã, concedeu a ele que fosse escolhido Cacique por um
período de 48 luas cheias.
Iniciado seu segundo
cacicado, Kuimba’e Karape esqueceu novamente de suas promessas, voltando a
cercar-se de outros índios bajuladores e inescrupulosos. Em sua taba oficial,
Kuimba’e Karape, inflamou com muitos outros índios, para desfrutarem de sua
farta mesa.
Os demais integrantes da
tribo, tinham que caçar e colher frutos no mato, para sustentar o cacicado de
Kuimba’e Karape, e eles não gostavam nada disto.
Kuimba’e Karape passou
então de cercar-se de índios de outras tribos, para que este prestasse a ele
sua honra. E assim os indígenas estrangeiros, também participavam da sua mesa.
Tupã então, vendo o
sofrimento daquela tribo, e a arrogância e insensatez do seu cacique,
amaldiçoou-os, pois novamente havia sido enganado por Kuimba’e Karape. Colocou
neles um encantamento deixando-os desnorteados para conduzi-los próximo a uma
lagoa, e chegando lá os atirou em suas águas, transformando-os e peixes e
outros insetos.
Foi assim que originou as
Traíras, “Marubás” e Sanguessugas nos rios, tornando-se símbolos da traição e
ganancia humana. Surgindo o ditado, de que a Traíra mesmo sem a buchada
pode morder e ferir.
FIM.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
Chupam esquerdistas!!! O Brasil está no rumo certo!!!
Com o discurso sucinto,
Bolsonaro inaugura um tempo de conversa direta e explicita no Fórum de Davos na
Suíça. Ele tinha quarenta minutos, mas usou somente seis, para mostrar ao mundo
econômico que o país, terá um novo rumo, convidando investidores a apostar em
nosso país, agora sem o viés ideológico bolivariano e as incertezas jurídicas
que sempre causaram a insegurança do investidor, seja ele nacional ou internacional.
Deixou os detalhes para sua equipe econômica.
A imprensa “esquerdofrênica”
foi a loucura, deturbando como de costume, as noticiais internacionais,
querendo passar uma ideia depreciativa ao povo brasileiro, da postura do
Presidente Bolsonaro. Não colou, esqueceram novamente que as redes sociais
estão aí para fazer a diferença, como fizeram na campanha eleitoral.
Por falar em redes sociais,
lembro que bem antes da campanha eleitoral, havia um amigo meu, que desde o
princípio manifestava-se contrário a candidatura e Jair Bolsonaro. Dizia ele na
época, que Bolsonara não iria para o segundo turno e se fosse, perderia para
todos os demais, repetindo o mantra dos partidos esquerdistas, e da maioria dos
setores da imprensa de então. Este amigo é leitor assíduo do Reinaldo Azevedo.
Na época, cansei de
afirmar para ele, que as redes sociais fariam a diferença, o que veio
acontecer. O eleitor, contrariando a imprensa esquerdista, gigantes como a Rede
Globo, chamada carinhosamente de “Globolixo” pelo internauta, mostrou que todos
estavam errados.
Aquele meu velho amigo,
prosseguiu em suas posturas, após o primeiro turno, afirmando que Bolsonaro
seria derrotado, e ele completava o seu discurso de esquerda recalcado, que
votaria em Bolsonaro mas este iria perder para o Haddad. Mordeu a língua novamente.
Após o resultado das
urnas, ele mudou o discurso, dizendo que havia votado no Bolsonaro, porém
ninguém mais acreditou nele, vez que, para uns poucos havia manifestado que a
prisão de Lulla seria ilegal. Bingo, sem querer ele revelou seu posicionamento “esquerdopático”.
Da mesma forma, quando
ouço alguns integrantes da mídia nacional, procurando com suas reportagens
sabotar o atual governo, com comentários parcialmente construído com este
propósito. A imprensa esquece de informar, para manifestar suas opiniões, achando
eles que com isto, irão convencer o povo brasileiro manipulando suas intenções
a se manifestar contra o atual Governo.
A “esquerdofrenia”, tem
tomado conta da imprensa nacional, e dessa forma nociva e hipócrita maquiam
informações com o sentido torpe, de pelo menos tentar atingir o leitor ou telespectador
incauto.
É cedo ainda para avaliar
as decisões do atual governo, mas pelo visto está no caminho certo e de como esperava o eleitor
que sufragou o voto que o elegeu.
Confesso que gostei da
postura do Presidente Jair Bolsonaro, em seu pronunciamento em Davos na Suíça.
Pelo menos não falou as asneiras que éramos, acostumados a ouvir, pela boca do
chefe mor da corrupção Lulla e seu poste, Dillma aloprada Rousseff, ensacando
vento e outras idiotices mais.
Viajei este ano, e passei
por algumas cidades, grandes, médias ou pequenas, tive oportunidade de ver
nossa bandeira tremulando ao vento, nos pátios de empresas, entrada de Fazendas
e até em casas de particulares. O Brasil é outro, estamos no rumo certo.
Encerro este meu “post” o
primeiro deste ano em meu blogue, repetindo a velha frase que leio constantemente
nas redes sociais: “Chupam esquerdistas!!!”.
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